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Home do Gallacci FAU USP turma de 1980 Literatura  O celular do Conde Ribolla
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O celular do Conde Ribolla

As três moças entraram no quarto da secretária assistente Carmutcha, no andar térreo do castelo. Os aposentos da secretária assistente eram amplos, arejados e generosos, pois muitas vezes o Conde passava as noites ali. Carmutcha nunca gostou muito da idéia de ser amante do Conde, mas quando percebeu que ganharia um grande quarto, roupas e muitas regalias, a italiana se convenceu e pode usufruir de toda a mordomia.
-Uau. Que quarto bacana, Carmutcha – disse Bê.
-Sentem-se – disse a assistente – Querem beber alguma coisa?
A moça se dirigiu à um pequena copa e pegou alguns copos.
-Tem alguma bebida forte? – pediu Franka – Bem forte mesmo?
A secretária assistente olhou para a agente secreta.
-Um conhaque serve?
Franka sorriu.
-Isso! Tudo, menos vinho. PeloamordeDeus... – olhou para as duas amigas e sorriu – Meninas. Estou exausta, confusa, atrapalhada – a agente deitou-se no sofá em frente a tv e esticou as pernas, cansada.
Bê olhou para a amiga e suspirou.
-Mas alguém me explica o que houve nesse castelo? – perguntou a cozinheira – Resumindo, não entendi nada. Além disso – Bê olhou para Franka – Eu tenho a ligeira impressão que fui hipnotizada, Franka! Viu as coisas que eu fiz? Eu não sou essa... “panaca” que... que... céus! - a cozinheira colocou a mão na cabeça, confusa.
-A Condessa foi seqüestrada, por algum motivo que não sabemos... – disse Franka – Ei, e acalme-se Bê!
Carmutcha olhou para as duas, servindo o conhaque em cálices para as três.
-Mas... todos estão dizendo que o Conde também foi!
Ninguém sabe onde ele está!
-Não, ele está bem... – disse Bê, piscando para Franka – Apenas comeu demais e... dormiu.
-Ah, que bom! – falou Carmutcha, aliviada – Que bom! Nossa!
Franka olhou para Carmutcha e tomou um gole.
-Bem, já que estamos aqui juntas, Carmutcha, explique melhor essa história do vinho – Franka olhou séria para a secretária - Desse vinho, esse que você disse que era perigoso.
-Você também sabia disso, Franka? – perguntou a secretária do Conde.
-Mais ou menos. Eu “sobrei” com o nosso querido Alex Fontes no salão. Ele estava bêbado feito um gambá e falava coisas completamente inconvenientes. Bem. Tirei-o dali, levei-o ao seu quarto e dei um banho gelado nele.
-Uau! – disse Bê – Franka! Você deu um banho em Alex?
-Sim – Franka respondeu, séria – E ele está bem agora – olhou para a amiga – Foi só um banho, nada de mais, ora, Bê! Até estraguei meu vestido, tive até que vestir essas roupas dele... Mas...
As duas olharam para Franka.
-Mas o quê? – perguntou Carmutcha.
-Bem, enquanto ele estava bebadaço, ele ficava falando sobre um vinho. Foi uma conversa confusa. Pensei que ele estivesse maluco. Ele insistia em me dizer que só tomou uísque, parece que o Conde disse para os amigos não tomarem o vinho.
-Ué. Porque será? Carmutcha, você sabe de alguma coisa a mais? – perguntou Bê.
A secretária assistente respirou fundo.
-Bem... sei sim. Ouçam. Os maiores amigos do Conde, Alex, Rodrigues e Moreirão, chegaram ao Castelo um dia antes de todos vocês – explicou a moça – Nesse mesmo dia, o Conde marcou uma reunião com eles todos numa sala secreta que ele tem no subsolo. E convocou o dr. Charles também.
As duas moças escutavam atentamente o que contava Carmutcha.
-Eles se trancaram todos lá dentro. Parece que era algum assunto confidencial que tinham a tratar. Depois de um tempo eu fui chamada, pois Alex Fontes passou mal, pois teve um engasgo. Corri e chamei Bêah para ajudar, pois ela tem curso de primeiros socorros. Ela foi até lá e resolveu, parece que ele ficou bem, que foi só um susto. Só que Bêah, por algum motivo, esqueceu a sua maleta de primeiros socorros lá dentro e me pediu para pegar. Eu fui até a porta, mas eles estavam falando muito lá dentro. Eu ia bater, mas... quando ouvi o que eles falavam, desisti – Carmutcha parou e olhou para as duas – É que... olha, eu não costumo ouvir conversas dos outros, juro... foi sem querer!
-Mas diga logo! Do que eles falavam? – Perguntou Frank, impaciente.
-Bem, eles falavam do vinho – respondeu Carmutcha.
-Do vinho? – perguntou Bê.
-O Conde dizia aos colegas, rindo, que essa coisa de festa de vinte anos de formatura era um porre. É, foi essa mesma a palavra que ele usou. “Um porre”. Disse que ele estava dando essa festa apenas para testar um dos seus vinhos em humanos.
-Nossa!... – disse Franka, assustada – Que horror!... Quer dizer que esse vinho que ele serviu não é... qualquer vinho?
Carmutcha foi além. Lembrou que há alguns anos atrás Charles tomou algum vinho especial que o deixou maluco. Disse que achava que esse vinho da festa tinha alguma coisa a ver com as experiências secretas que o dr. Charles e o Conde faziam nos laboratórios do subsolo.
-Dr. Charles ficou maluco? Mas maluco como? – perguntou Bê.
-Taradaço. Ele tomou algum tipo de vinho especial que ficou com-ple-ta-men-te tarado. Foi Bêah que me contou. Disse que ele fez sexo como um animal com ela. Ela me contou que teve que fugir dele pela manhã, para poder dormir um pouco. Ela disse que não suportava mais! Imaginem!
-Mas... ele contou alguma coisa para ela? Ele disse se ele tomou mesmo alguma coisa?
Carmutcha tentava se lembrar do que acontecera.
-Hum. Não me lembro... ela disse que ele não disse nada na manhã seguinte, nem nos dias subseqüentes. Mas Bêah sabia que Charles e o Conde estavam fazendo experiências com vinhos. Ela achou que eles descobriram uma fórmula de algum vinho afrodisíaco.
-Hum. Isso faz sentido – completou Franka, pensativa – Não acha, Bê?
-Todo sentido, Franka. É bem possível que ele precisasse mesmo testar o vinho em humanos. E nada melhor que dar uma festa para isso. Filho da mãe! E lembrem-se – lembrou Bê – Eles não tomaram vinho! Beberam uísque! O Conde, Charles, Alex, Moreirão e Rodrigues tinham copos de uísque na festa!
-Carmutcha, converse com Bêah a respeito daquela noite. Quem sabe ela se lembra de mais alguma coisa – pediu Franka à secretária.
-Sim – disse Carmutcha.
-E então o que Alex disse pode ser verdade... – lembrou Franka – Hahaha!
-O que mais ele disse? – Bê indagou.
Franka riu e contou para as duas que Alex Fontes disse que quem tomasse o vinho do Conde ficaria com o “pinto torto”. Ela contou que achava que isso fazia parte da bebedeira do amigo, mas agora depois dessa história toda, até poderia ser... Será que o teste era para isso?
-E como vamos saber? – Perguntou Carmutcha, segurando o riso – pedimos aos convidados para baixarem as calças? Hahaha! Que maluquice!
-Ei! Será que o vinho era afrodisíaco mesmo? Bem, se foi isso mesmo, então todos os convidados do Conde... devem estar enlouquecidos em seus quartos! – disse Bê, pasma.
-Sim, menos Alex, Rodrigues, Moreirão, Charles e o Conde - a secretária olhou as duas moças - E nós... – completou Carmutcha – Ou vocês beberam o vinho?
-Eu não bebi nada, falou Bê. Estava atrapalhada com a comida. Quando trabalho, eu nunca bebo.
-Eu também não bebi nada – disse Franka, que não deu mais nenhuma explicação.
-Bem, já eu... confesso que eu não tive coragem, meninas... achei que tinha alguma coisa estranha nessa história da festa e de vinho, depois que ouvi a conversa do Conde. Mas... afinal, porque seqüestraram a Condessa? – Perguntou Carmutcha, respirando fundo.
Nesse exato momento, um barulho estranho veio dos seios de Bê La Bressiani. A moça deu um pulo, assustada. As duas olharam para ela e para o seu decote, que vibrava sozinho. Carmutcha começou a rir.
-Bê, acho que é o seu telefone! Hahaha! Isso é lugar de guardar um telefone, sua maluca? Veja! Seus peitos estão tremendo!
Bê olhou para o decote e viu que o celular que ela tinha colocado nos seios estava tocando sozinho. Ficou confusa.
-Aiii! Mas esse... esse não é o meu celular! O meu está no Brasil, nem pega aqui na Itália! – falou a cozinheira, tirando um pequeno aparelho do meio dos seios – Esse celular é o do Conde!
-Hã? Do Conde? – perguntou Franka, pasma.
-É! – falou a moça, atrapalhada – Eu tirei do bolso dele e guardei aqui, quando ele dormiu...- ela fez uma cara sem graça – Eu... eu tive medo que ele acordasse se o telefone tocasse... e assim coloquei na vibração...
Enquanto a moça se atrapalhava, o telefone do Conde Ribolla tocava sem parar nas mãos dela.
-Mas atenda! Vamos! - Disse Carmutcha – Vamos, atenda logo!
-Eu? – Bê deu o telefone para Franka – Eu não! Atenda você!
-Eu? – falou Franka, jogando o telefone para Carmutcha – Eu, hein!
Carmutcha riu e suspirou.
-Eu atendo. – olhou para as duas, séria - Afinal, sou a secretária dele, lembram-se?
Empertigou-se e pigarreou.
-Alô. Telefone do Conde Ribolla. Boa Noite.
A moça saiu do lado das duas para ouvir melhor. Depois de uma conversa com alguém do lado de lá da linha, ela voltou assustada e pálida.
-O que foi? – Disse Franka.
-Conta! Fala o que ela falou! – insistiu Bê.
-Nossa... – Carmutcha estava branca e gaguejando – Eu... eu... era o se... seqüestrador da Condessa!
Explicou que a pessoa do lado de lá, um homem com sotaque francês, disse que estava com a Condessa Isaura. E, que para devolvê-la ao Conde, queria a fórmula do vinho 6996.
-Aaa! O vinho “Ribolla 6996”! Eu disse que o vinho era o chave de tudo! – falou Franka, aflita.
-Nossa! Mas... se nem o Conde sabia se o vinho era realmente bom ainda... – Puxa vida, parece que a coisa é séria mesmo – exclamou Carmutcha.
-Precisamos falar com a polícia! – falou Franka.
-Temos que falar antes com o Conde! – disse Carmutcha, decidida. – São três horas da manhã, mas vamos ter que acorda-lo já. Onde você disse que o colocou para dormir, cara Bê?

Aceitas um San Rafael?
Onde está Isaura?