[1] =>


)

)

-=> umTr=""
-=> contTd=1
-=> oTr=stdClass Object
(
[tag] =>


[tagIni] =>
[tagFim] =>
[tds] => Array
(
[0] =>
)

)

-=> umTd=""
-=> oTd=stdClass Object
(
[tag] =>
[subtags] => Array
(
)

[colspan] => 1
[rowspan] => 1
[tagIni] =>
[conteudo] =>
)
Login Senha
Home do Gallacci FAU USP turma de 1980 Literatura  Missivas do Dok IV
Erro: (Notice) 8 - Undefined offset: 1 em /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/beans/conteudo.inc (565)Path: /fauusp1980/literatura/missivas4.php

Call stack:
  • getBean /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/auto_prepend.inc (395)
  • BEAN::getMotor /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/func_diversas.inc (956)
  • BEAN::setMotor /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/classes/bean.inc (54)
  • BEANFACTORY::criaBean /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/classes/bean.inc (48)
  • BEANCONTEUDO::run /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/factory_beans.inc (11)
  • BEANCONTEUDO::showConteudo /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/beans/conteudo.inc (313)
  • meuErrorHandler /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/beans/conteudo.inc (565)
  • getFuncStack /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/func_diversas.inc (2188)


----VARIÁVEIS----:
-=> docu1_cod=null
-=> acao=ACAO IMEDIATA:
--acai3_cod: 416551933
--acai3_dat_hor: 09/06/2026 06:21:06
--pessoa:
----logado: false
----pess2_cod:
----pess2_username:
--mySessaoUsuario:
----sesu3_cod: 416510566
----pess2_cod:
----sesu3_dat_hr_ini: 09/06/2026 06:21:06
----sesu3_dat_hr_exp: 09/06/2026 07:06:06
----mySessao:
------sess3_cod: 416508716
------cook3_cod: 416501335
------browser:
--------brow3_txt: Mozilla/5.0 AppleWebKit/537.36 (KHTML, like Gecko; compatible; ClaudeBot/1.0; +claudebot@anthropic.com)

-=> aqui=PATH:
--path3_cod: 78
--path3_nom: Missivas do Dok IV
--path3_txt: missivas4.php
--path3_des:
--path3_ati: false
--path3_logado: false
--layout:
----layo3_cod: ND
----layo3_nom: ND
----layo3_txt: ND

-=> modo_adm_docu=null
-=> debug=false
-=> passaCache=false
-=> show=true
-=> emPreview=false
-=> contTr=1
-=> cont=null
-=> temMarcaCelulas=false
-=> celAreas=null
-=> areasOld=ARRAY(2):
-=-=> 1=178
-=> contAreas=null
-=> arAreas=ARRAY(2):
-=-=> 177=AREA_DO_PATH:

arpa3_cod=177
arpa3_cod_txt=null
arpa3_height=null
arpa3_indep=null
arpa3_left=null
arpa3_nom="Miolo"
arpa3_ord=0
arpa3_top=null
arpa3_width=null
arpa3_zord=null
path3_cod=78
-=-=> 178=AREA_DO_PATH:

arpa3_cod=178
arpa3_cod_txt=null
arpa3_height=null
arpa3_indep=null
arpa3_left=null
arpa3_nom="Miolo"
arpa3_ord=1
arpa3_top=null
arpa3_width=null
arpa3_zord=null
path3_cod=78
-=> umaArea=false
-=> miolo_txt="
"
-=> novoMiolo="
"
-=> aTab=stdClass Object
(
[tagIni] =>
[tagFim] =>

[trs] => Array
(
[0] =>

[tagFim] =>
Missivas de Dok IV

Kika estava impressionada com a agilidade do Rajada e com a destreza de sua tripulação. Dok a

convidara a assumir o timão e, nas mãos dela, a embarcação singrava com uma firmeza jamais

vista. Se mesmo La Be estava fascinada, imagine o restante da tripulação.

A lua estava alta quando lançaram ferros na pequena enseada da ilhota.

Lançaram o bote ao mar, embarcaram todos e remaram para a praia.

Era preciso obter víveres urgentemente. Não poderiam seguir curso apenas bebendo Ribolla. Precisabam água doce, água de coco e, principalmente, alguma carne vermelha. Mntgn tinha esperança de achar alguns cabritos, mas o fato é que até ratos e rãs viriam a calhar.

Barba, por sua vez, embora já habituado ao balanço do mar, sentia falta de terra firme. Tinha uma imensa dificuldade em evacuar a bordo e, quando o fazia, negava-se a agaixar-se na popa, às vistas de todos. Assim, recolhia seus pertences em pequenos sacos plásticos e os guardava até o próximo desembarque.

Dok manejava o remo e governou o pequeno bote, levemente adernado com o peso de Mntgn, a favor das ondas e, numa surfada admirável, o encalhou nas areias brancas e finas. A praia reluzia ao luar.

Kika pareceu reconhecer o lugar, mas embriagada que estava, não podia ter certeza.

Espalharam-se pela Ilha. Uns seguiram ao Norte, outros ao sul, La Be e Dok entraram rumo ao centro da ilha, onde uma elevação escarpada sobressaia-se. Certamente o lugar onde se encontrariam cabritos.

Ao sul, Mntgn e Barba contornaram uma ponta rochosa, não sem antes recolherem mariscos gordos junto à arrebentação.

Ao norte, Kika e Yolkman seguiram até a ponta da praia onde um estreito curso d'água desembocava. Decidiram-se por seguí-lo até a nascente e recolher água fresca para a embarcação.

Ouviu-se então um terrível grito. Um grito feminino.
Como o grito parecia vir da ponta ao Sul, Dok considerou com La Be que, fosse o que fosse, tudo estaria sob controle. Mais adiante, encontraram, de fato, dois cabritos jovens. Rapidamente os abateram. Os tiros provocaram uma revoada de araras, o que lhes deu a idéia de recolherem ovos.
Ovos de arara não são dos mais saborosos, mas poderiam incorporá-los à gemada matinal do cardápio de bordo. Quem sabe, pensou La Be, 6996 e ovos de arara ? Que efeito teriam no moral da tripulação ?

Ouviu-se um outro grito, desta vez masculino. Esse sim chamou a atenção de todos.
Carregando os vasilhames com água, Kika e Yolkman correram imediatamente de volta à praia.

A cena que viram era espetacular.

Mntgn vinha a passos largos com um imenso saco às costas. Algo ou alguém parecia se debater dentro do saco, e ouvia-se um gemido tétrico, assustador. Barba trazia em seus braços, aninhada, uma figura delicada, cujas longas pernas roliças e fartos seios a lua iluminava.
Ouvia-se um soluço, feminino.

Reuniram-se todos na praia e aguardaram Dok e La Be.

Mntgn estava pálido. Barba, ainda ofegante, deitou o corpo da moça na areia. Ela respirava devagar, os cabelos negros molhados cobrindo seu rosto.

Aguardaram a chegada de Dok e Be por mais alguns minutos.

Yolkman pensou em revelar o rosto da morena, mas Kika o deteve. Melhor que todos decidissem juntos o que fazer. Então Kika percebeu o enorme corte no peito de Mntgn. Seus olhos a princípio faiscaram de cobiça ao ver o sangue, Depois, recompos-se e, tirando seu top, enfaixou o peito de Mntgn para estancar o sangue.

Dok não acreditou em seus olhos ao perceber a cena na praia. Deitou os dois cabritos no chão e correu pela areia de encontro ao grupo. Be o seguiu e formaram uma roda. O peito de Kika pulsava formetemente. Be tinha a respiração ofegante.

Lentamente, Be retirou os cabelos do rosto da morena.

- Franka ! Franka !

Algo dentro do saco se mexeu, mas Barba apanhou um tronco e bateu com força umas duas ou três vezes no saco.

Aos poucos, a morena se reestabeleceu, mas ainda estava desorientada. Tudo o que dizia era "um pesadelo. Tem que ser um pesadelo ! "

Não pediram explicações. Dok abaixou-se junto a ela, apoiou sua cabeça em seu ombro e a acariciou docemente. O efeito do 6996 passara para todos, àquela altura.

Rapidamente, Yolkman organizou uma coleta dos alimentos e água que haviam encontrado e, em duas viagens, tudo estava embarcado. Na terceira viagem, acomodaram Franka no centro do bote, cobriram-na com um pesado encerado e a deixaram no Rajada.

Restavam apenas Barba e La Be a retornarem para o barco. Barba apanhou seus saquinhos mas Be o lembrou:

- Ora! Deixe isso ai!

Missivas de Dok V (a quick one)
Navegar é preciso