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Home do Gallacci FAU USP turma de 1980 Literatura  O corredor polonês
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O corredor polonês

Entrei na taberna e encontrei, à minha espera, um corredor polonês de marujos fétidos. No fim deste corredor humano (ou quase humano), jazia Lês Char, um homem de hábitos estranhos, colecionador de luvas e criador de bodes. Aquele sorrizinho dele era insuportável. Não tendo alternativa, enfrentei o corredor polonês temendo pela minha própria vida. No entanto, ninguém me agrediu. Apenas recebi cusparadas, muitas cusparadas de todos.

Ao me aproximar de Lês Char, percebi que os pobres, na verdade, não tentavam cuspir. Eles apenas estavam tentando dizer "toothless, tothless, toothless". Mais uma piadinha desaforada com os meus belos e fortes dentes.

Lês Char nunca agia sozinho. Por isso, estava acompanhado de Olag e Tânhamon, seus inseparáveis comparsas. Por trás deles, escondido, sorrateiro, estava Xela, o marujo peludo. Estranhei não encontrar também Setnof, mas corria boato que os dois, Xela e Setnof eram a mesma pessoa, por isso nunca eram vistos juntos. Um caso crítico de personalidade dupla. Havia até um boato ainda mais perverso que a personalidade seria tripla, incluindo-se aí uma tal de Mrs. Snitram, mas aí já era demais, nem mesmo eu acreditava nisto.

Lês Char puxou sua espada ameaçadoramente e começamos uma terrível luta. Olag só aguardava sua vez de entrar na briga, com seu inseparável ábaco, fazendo contas e mais contas do momento certo, qual a distância a percorrer, a força a empregar. Enquanto calculava, coçava a lateral de seu maxilar inferior, hábito antigo que ocasionara até uma falha na sua barba, neste local, além de calos nas pontas de seus dedos.

Tânhamon distraía-se, embriagado, escrevendo poemas e mais poemas nos guardanapos da taberna.

Xela... Oras, Xela só observava, torcendo para que o seu amigo Lês Char acabasse comigo e ele nem precisasse se incomodar.

Então acordei. Estava mais uma vez sonhando, com uma dor de barriga desgraçada. Fui ao banheiro e tudo passou.

Missivas do Dok I
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