[1] =>


)

)

-=> umTr=""
-=> contTd=1
-=> oTr=stdClass Object
(
[tag] =>


[tagIni] =>
[tagFim] =>
[tds] => Array
(
[0] =>
)

)

-=> umTd=""
-=> oTd=stdClass Object
(
[tag] =>
[subtags] => Array
(
)

[colspan] => 1
[rowspan] => 1
[tagIni] =>
[conteudo] =>
)
Login Senha
Home do Gallacci FAU USP turma de 1980 Literatura  Rodrigues, Rodrigues...
Erro: (Notice) 8 - Undefined offset: 1 em /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/beans/conteudo.inc (565)Path: /fauusp1980/literatura/rodrigues.php

Call stack:
  • getBean /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/auto_prepend.inc (395)
  • BEAN::getMotor /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/func_diversas.inc (956)
  • BEAN::setMotor /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/classes/bean.inc (54)
  • BEANFACTORY::criaBean /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/classes/bean.inc (48)
  • BEANCONTEUDO::run /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/factory_beans.inc (11)
  • BEANCONTEUDO::showConteudo /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/beans/conteudo.inc (313)
  • meuErrorHandler /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/beans/conteudo.inc (565)
  • getFuncStack /home/marcelogallacci/site/construnet/codebase/function/func_diversas.inc (2188)


----VARIÁVEIS----:
-=> docu1_cod=null
-=> acao=ACAO IMEDIATA:
--acai3_cod: 416551902
--acai3_dat_hor: 09/06/2026 03:34:13
--pessoa:
----logado: false
----pess2_cod:
----pess2_username:
--mySessaoUsuario:
----sesu3_cod: 416510539
----pess2_cod:
----sesu3_dat_hr_ini: 09/06/2026 03:34:13
----sesu3_dat_hr_exp: 09/06/2026 04:19:13
----mySessao:
------sess3_cod: 416508689
------cook3_cod: 416501308
------browser:
--------brow3_txt: Mozilla/5.0 AppleWebKit/537.36 (KHTML, like Gecko; compatible; ClaudeBot/1.0; +claudebot@anthropic.com)

-=> aqui=PATH:
--path3_cod: 31
--path3_nom: Rodrigues, Rodrigues...
--path3_txt: rodrigues.php
--path3_des:
--path3_ati: false
--path3_logado: false
--layout:
----layo3_cod: ND
----layo3_nom: ND
----layo3_txt: ND

-=> modo_adm_docu=null
-=> debug=false
-=> passaCache=false
-=> show=true
-=> emPreview=false
-=> contTr=1
-=> cont=null
-=> temMarcaCelulas=false
-=> celAreas=null
-=> areasOld=ARRAY(2):
-=-=> 1=48
-=> contAreas=null
-=> arAreas=ARRAY(2):
-=-=> 47=AREA_DO_PATH:

arpa3_cod=47
arpa3_cod_txt=null
arpa3_height=null
arpa3_indep=null
arpa3_left=null
arpa3_nom="Miolo"
arpa3_ord=0
arpa3_top=null
arpa3_width=null
arpa3_zord=null
path3_cod=31
-=-=> 48=AREA_DO_PATH:

arpa3_cod=48
arpa3_cod_txt=null
arpa3_height=null
arpa3_indep=null
arpa3_left=null
arpa3_nom="Miolo"
arpa3_ord=1
arpa3_top=null
arpa3_width=null
arpa3_zord=null
path3_cod=31
-=> umaArea=false
-=> miolo_txt="
"
-=> novoMiolo="
"
-=> aTab=stdClass Object
(
[tagIni] =>
[tagFim] =>

[trs] => Array
(
[0] =>

[tagFim] =>
Rodrigues, Rodrigues...

JR Rodrigues rolou seu corpo atlético na enorme cama king size para alcançar o telefone na longínqua mesinha de cabeceira.
-Alô.
Quando ou viu a voz que vinha do lado de lá, deixou seu corpo nu cair novamente no macio colchão, desanimado.
-Ô Alex, Alex... Qual o problema, meu caro?
-Rodrigues – o homem cochichava, aflito – posso ir para a sua casa agora? Preciso da sua ajuda. Muito!
Rodrigues olhou para as três belíssimas mulheres na sua cama e arregalou os olhos.
-O quê? Como “agora”, meu caro? – Rodrigues falou baixinho – Alex... eu estou aqui no meio... no meio de uma... de um...
Uma das mulheres que estavam na cama com Rodrigues sorriu e passou a lamber seus dedos do pé lascivamente, um a um. “Pare com isso, Bibizinha querida!”, disse o ator, sentindo cócegas. Ele se sentou na cama, de costas para elas e pediu silêncio.
-Shiu, vocês três!... Alex, veja bem... Estou aqui na minha casa, um dia antes da nossa grande viagem, na minha noite de despedida... – Rodrigues parou de falar, se virou e deu um longo e apaixonado beijo em uma das moças, ficando totalmente lambuzado de batom – e você vem me dizer que precisa vir para cá agora? Mas... veja bem, Alex, entenda... Qual o problema, afinal? É assim tão... grave?
Alex suava frio ao falar do orelhão da esquina. Estava visivelmente nervoso e preocupado, e essa não era a primeira vez que o homem pedia ajuda ao colega de classe. Há anos que Alex Fontes, quando tinha suas crises de perseguição feminina, corria para a casa de um dos seus amigos: ou Rodrigues, ou Eduardo Dobem ou o famoso Henricão, o enorme jogador de basquete da SBPPE (Seleção Brasileira dos Pais da Pré Escola). Mas ele só recorria aos os dois últimos em último caso, pois como tinham família, ele sentia que perturbava os lares ao se esconder pelos cantos. Preferia telefonar para Rodrigues que, por ser solteiro-solteríssimo-sempre-disponível morava num grande apartamento triplex com mais de 50 camas espalhadas pela casa. “Nunca sei onde posso ter vontade de trepar com uma mulher, ora bolas, oh Jonnie!”, dizia o cafajeste ator, explicando suas excentricidades, “preciso estar preparado, mulher minha não pode esperar! Hehehe!”. Assim, a casa de Rodrigues era quase que exclusivamente mobiliada por camas king size, de molas, espumas, plumas ou com colchões de água morna. Os delírios do ator-milionário iam além: quando se apaixonava perdidamente (o que era muito raro, devido ao caráter volúvel do atlético ator bacanão), tomava um gole mínimo do vinho afrodisíaco do Conde Ribolla, mandava encher o colchão transparente do quarto do sótão com champanhe e se entregava pornograficamente à sua amada, proporcionando uma noite de amor como ela nunca tinha visto antes. Rodrigues sabia que não deveria fazer isso, pois o vinho era um mistério que o Conde guardava a sete chaves e pediu que os amigos guardassem segredo sobre isso.
A questão é que o Conde conseguiu produzir, com a ajuda do maluco do dr. Charles, um precioso líquido que salvava os homens de qualquer enrascada no plano sexual. Por ser um vinho, e não um remédio e nem uma prótese (o que é vergonhoso e complicado de usar na hora agá) o afrodisíaco vinho “Ribolla 6996” era o maior achado do mercado de remédios para disfunções sexuais. A fórmula secreta, se fosse comprovado que o liquido funcionava, traria aos seus criadores uma fortuna gigantesca. Talvez fosse, pensava o Conde, a maior invento do mundo moderno, mais importante que a invenção do computador e do telefone celular. Como toda grande fórmula, ainda não havia sido divulgada pois o período de testes ainda não acabara (o Conde e Charles concluíram que o ideal seria esperar mais oito anos, que coincidiria com a data que ambos completariam 50 anos).
O segredo do vinho era, novamente, o cabrito. Esse era o segredo, mas também o problema, caso alguém soubesse que o vinho especial tinha relação com o animal. O Conde e Charles, quando começaram a produzir os vinhos rejuvenescedores, passaram a criar cabritos e cabras nas montanhas de Montalcino. Os animais se adaptaram perfeitamente ao local, com grandes vales, mata abundante e muitos rios, e passaram a se reproduzir em grande velocidade. Ao cabo de 5 anos, a população de cabritos do local tinha triplicado, o que era ótimo para a garantir a quantidade de adubo, mas era um problema para o Conde, que se via cercado daqueles animais, berrando e fedendo. Por mais que ele matasse alguns e comesse, eles não davam conta da quantidade que precisaria ser eliminada.
Era preciso controlar a natalidade dos cabritos. O Conde e Charles, sentados na ponte levadiça na porta do castelo, coçavam a cabeça, matutando. Como fazer para que eles não se reproduzissem tanto?
-Você sabe, Charles – disse o Conde, suspirando, resignado – cabritos machos são homens como nós e precisam exercer uma atividade sexual constante... é natural.
-Eu sei, chère Ribolla, eu que o diga! Eu que o diga...! Se não fosse ma chère Bêah! Mas considere, chère Conde! Podemos... – dr. Charles fez um gesto com a mão na área próxima aos seus órgãos sexuais – Podemos... Ziiip!
Conde Ribolla deu um berro com o médico.
-Nunca! Nem pense nisso, pazzo de legare! Não! Nunca castrarei meus “picollos caprettos”, nunca! – o homem ficou furioso – Acredito que um homem nunca, nunca em hipótese alguma deve castrar outro ser do mesmo sexo, não interessa se é humano ou... cabrito! – o Conde ficou irritadíssimo com Charles – Imagine ter “caprettos castratis” ao meu lado, na minha propriedade! Isso dá azar!
Depois que se acalmou, o Conde teve um estalo. Era preciso que alguém retirasse parte dos espermatozóides dos cabritos, mas que garantisse que depois disso eles ainda fossem viris. Dr. Charles entendia? Talvez fosse necessário encontrar um biólogo especializado em cabritos, ou coisa parecida.
-Mas quem? Quem? – Perguntou o Conde – Conhece alguém, Charles?
-Hum... hum... ulálá! Podemos chamar o dr. Kalililili!
-Quem?
-O Doutor Kalililili! Ele é um grande especialista em reprodução humana e animal, e, claro, um francês apreciador de bons vinhos, como eu! Estuda especificamente o cromossomo “x”, é um grande defensor desse cromossomo e... hahaha! Atualmente pai de mais de 200 meninas! Ele pode nos ajudar, Conde Ribolla! – Charles estava animado com a idéia.
-Sim, sim... chamemos esse tal de kallililililili... mas... mas nada desse fulano se meter com nossas mulheres, hein, Charles? Essa coisa de cromossomo, reprodução... olha lá, hein! Transformo esse kalikali em um médico castratti, isso sim! – sentenciou o Conde, nervoso, ao colega.
O médico francês, um homem magro, alto e sorridente, veio ao castelo na semana seguinte.Dr. Kalililili bebeu muito vinho e fez uma séria avaliação de toda a situação. No final decretou que sim, era possível tirar parte do sêmem de um animal permitindo assim que ele tivesse vida sexual ativa e satisfatória, mas que não gerasse filhos na fêmea. Diante da insistência do conde, um machista defensor dos homens e preocupado com qualquer animal do mesmo sexo, o dr. Kalililili garantiu que os cabritos do conde jamais iam ficar boiolas, bichas, gayzinhos ou teriam qualquer outro desvio sexual do gênero.
-Eu simplesmente não conseguiria conviver com isso dentro dos meus domínios, doutores... - explicou o Conde, suspirando – preciso de cabritos machos, preciso ver e sentir que eles estão plenamente realizados sexualmente para me sentir um bom homem! – decretou, discursando em pleno pasto.
O método foi implantado e foram contratados dois camponeses franceses, Gilles e Gilles Junior, funcionários do dr. Kalililili para iniciarem a retirada de parte do sêmem de todos os cabritos machos do Conde. Era necessário que a operação fosse feita anualmente, avisou o dr. Kalililili. Quando acabaram o trabalho, Gilles e Gilles Júnior entregaram ao Conde uma grande garrafa com um líquido translúcido.
O Conde fez cara de nojo.
-Joguem isso fora, argh!
Gilles e Gilles Júnior riram do Conde Ribolla. “Jogar fora? Como assim?”, disseram em uníssono, “O senhor não gosta de sêmem de cabrito?”
-É nojento - disse o Conde – Nojento!
-Não é não! – disse Gilles Júnior, sorvendo parte da bebida e sorrindo de satisfação – É uma iguaria, senhor Conde! – e entregou a garrafa ao outro Gilles, que também bebeu um grande gole e sorriu, satisfeito.
Enquanto o Conde Ribolla vomitava num canto do estábulo, dr. Charles se aproximou dos dois, cautelosamente.
-Meninos... Vocês... beberam o sêmem?
-Hihihi! Sim, oui! Oui!
-E... – ele tirou os óculos e falou baixinho – ... e é bom mesmo?
-Oui! Maravilheuse! – disse Gilles, passando o garrafão para o médico – Beba, doutor! Beba!
Dr. Charles olhou para o Conde, que ainda vomitava, e tomou um gole escondido. Nossa. Aquilo era muito, muito gostoso. Pediu aos dois que guardassem o garrafão num canto do estábulo, sob o feno, e que fossem embora rapidamente. “Puxa, e não é que eles tem razão...? Que aroma, que gosto diferente e deslumbrante que tem aquilo!”. Mas era melhor que o Conde nunca soubesse de nada. “Nunca, nunca... não quero que ele me considere um boiôlá!...”, pensou dr. Charles.
A grande revelação se deu naquele mesmo dia. No jantar, como sempre, o dr. Charles entupiu-se de vinho. Quando se levantou da mesa, cambaleante e soluçante como sempre, sentiu que alguma coisa acontecia com.... com... “Nossa ulálá!”, sentiu o homem, olhando para o meio das suas pernas. “Mas o que é isso?” .
Charles não conseguiu pensar em nada daquele momento até a manhã seguinte, quando conseguiu enfim dormir um pouco ao lado do que restou de Bêah. A mulher, em êxtase profundo, não entendeu (e tampouco ele) o que ocorria. Como o seu Charles, o velho e barrigudo beberão, que conseguia satisfazê-la satisfatoriamente a cada semana e olhe lá; como seu velho e conhecido marido pode ficar instantaneamente tão... viril? Tão potente? Vigoroso? Tão... sei lá? Como podia dar... tantas de uma vez só?
-Nossa!... Quer fazer o favor de me explicar, querido? – disse a mulher, destruída.
-Eu não sei, eu não sei, eu não tomei nada, não comi nada, eu não.... mas... – foi quando dr. Charles lembrou: o sêmem de cabrito!
Mas não podia ser só isso. Tomara o sêmem as duas da tarde, e a explosão só começou a acontecer depois do jantar e do vinho... “O vinho! O sêmem de cabrito com o vinho!”, pensou o homem, dando um pulo da cama para o chuveiro. Foi nesse instante, após a noite dilacerante de sexo com Beah que o dr. Charles descobriu o segredo do vinho da virilidade. Era preciso tomar uma ducha fria para acalmar os miolos.
Os testes começaram no mesmo dia. Era preciso achar a proporção correta de ambas as partes. Durante o período de avaliação do produto, o médico Charles descobriu que, como todo bom vinho, o vinho afrodisíaco deveria ser deixado em repouso por, no mínimo dez anos. Antes disse, tornava os homens potentes, mas não se sabia se a falta de fermentação tinha ou não efeitos colaterais.
-Não que você não possa tomar, chère Conde, mas não sabemos... e se por acaso esse vinho nos deixar... digamos, com nossos... nossos... tortos, por exemplo? Não se sabe, não se sabe, chère Conde!
Mesmo assim o Conde, entusiasmado, fez quatro garrafas do elixir e deu aos amigos. “Cuidem bem”, disse o homem, “pois só verão outra dessas daqui a dez anos!”
O Conde também omitiu de todos (só dr.Charles sabia) a fórmula secreta. Nunca, ninguém no mundo poderia saber que o vinho “Ribolla 6996” era feito com... com... sêmem de cabrito! Imaginem o que as pessoas pensariam dele, seria a sua desgraça! Imagine se um homem como ele... (ele não gostava nem de lembrar)! Sendo assim, ele e Charles anotaram toda a fórmula secreta em fichas e guardaram a sete chaves num dos subterrâneos do castelo. Era preciso tomar muito cuidado com o segredo. Muito. Era a virilidade do Conde que estava em jogo. Isso aconteceu há dois anos atrás. Os dois amigos, Alex e Rodrigues, trouxeram suas garrafas para o Brasil, mas ambos bebericavam um pouco quando precisavam.
Rodrigues levantou-se da cama e passou a andar nu pelo quarto. Puxa vida, esse Alex... estava atrapalhando uma das melhores noites da sua vida!
-Alex, entenda... estou aqui com três, note bem, com três mulheres! E sabe quem elas são? Sabe?
Rodrigues olhou para elas de longe e sorriu, acenando.
-Shiu, ouça... nada mais nada menos que: Silvia Pernambuco, Moema Nhambiquaras e Gabriela Zorba, a Grega! As três, aqui, na minha cama! Hahahah! Isso é tudo que um homem pode querer, Alex! – E você tem que ter problemas justo hoje?
Do outro lado da linha, Alex estava nervoso.
-Mas Rodrigues, ela está me perseguindo sim! Eu tenho certeza!
-Ela quem, colega? – Rodrigues estava confuso – ela quem?
-Ermínia Mary Gata! Você sabe quem é! Aquela gostosona! – disse Alex, desesperado.
-Uau! Isso é maravilhoso! Mergulha nessa, Alex! Mergulha, Alex! Mary Gata é um tesouro!
-Não entendeu? Ela quer me denegrir! Eu sei!
Rodrigues suspirou. Não tinha jeito, aquela era uma crise de melancolia típica. Era melhor acolher o amigo, afinal, viajavam no dia seguinte para a Itália. Suspirou.
-Bem, Alex, então venha aqui... – Rodrigues olhou para as moças – Venha que uma delas lhe fará uma deliciosa massagem relaxante... venha, que cuidaremos de você. E traga suas malas, que partiremos para a Europa amanhã!
Rodrigues olhou para as meninas e sorriu, abrindo os braços e aninhando as três no seu enorme e maravilhosos corpo dourado e malhado. As três pularam sobre ele, como três gatas. O homem só conseguiu gemer.
-Teremos visitas, garotas! Oh, my Jonnhie! Oh! Oh! Oh! As três ao mesmo tempo não!
Frankamente, Rodrigues, frankamente...

Ôba, Klaus!
Onde está Isaura?