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Home do Gallacci FAU USP turma de 1980 Literatura  The Setnof's Silk
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The Setnof's Silk

O Golden Hind fazia manobras que o mais experiente dos navegantes alertaria que seu casco não poderia suportar. Mas, sob o comando da poderosa Drake, aquele navio pirata cingia os mares como que pelo sopro dos demônios. Todos eles obedientes às ordens da mais desejada e temida das mulheres do mundo conhecido. Desejada pelo seu corpo belo, forte, ardente, vivo. Temida, pois corria o boato que se alguém a tentasse e não a satisfizesse, teria seus bagos arrancados pela sua inseparável Anabela, a mais afiada adaga jamais produzida. A origem dos castratis, dizem, vem de ex-pretendentes que, de vergonha, deixaram a vida nos mares para se dedicar à ópera.

Num desses dias de manobras diabólicas, Drake buscava atacar o navio de Mr. Setnof, um rico comerciante inglês, esnobe, que insistia em fingir ser pirata apenas para conquistá-la. Morria de amores pela Drake, mas agora, o que ela realmente queria, não sei o porquê, era minha ajuda para conquistar o tesouro que ele carregava nos porões do seu navio. Consciente do meu ciúme por aquela bela mulher, Drake às vezes demonstrava algum afeto pelo nobre e empolado Mr. Setnof. No fundo, eu nunca soube se aquele sentimento teria algo de sincero ou se ela apenas tentava me provocar. Não queria nem pensar nisto. Adoecia só de imaginá-la nos braços de alguém que, corria o boato, até tinha síndromes de dupla personalidade, isto sem falar no excesso de pêlos por todo o corpo.

Quando o navio de Setnof foi abordado, a luta aconteceu violenta. Imediatamente todos os marujos do Golden Hind invadiram o navio inimigo. Todos os piratas de Drake gritavam gritos de guerra e era nítida a entonação de prazer. Do outro lado também haviam gritos. Mas eram de terror.

Drake e eu, costas com costas, eliminávamos todos os oponentes. Quando nos virávamos, ela sorria, olhava-me profundamente (ela sabia que eu precisava disto) e me beijava, com um sorriso de dentes cerrados, de quem mistura adrenalina, raiva e um pouco de prazer.

Eu só pensava "Setnof é meu, Setnof é meu".

Após uma longa batalha violenta, não sobrara nenhum marujo, de nenhum dos lados. Só restaram Drake e eu. Ela me puxou, corremos aos porões, recheados de ouro e prata das Américas e um enorme carregamento da mais pura seda da Índia. Setnof comercializava esta seda, nos mercados de Londres, sob o nome de "Bird, the Famous Setnof's Silk".

Drake nem sequer olhou para os tesouros de ouro e prata. Puxou-me para um monte feito de seda, olhou firme nos meus olhos e falou: "você e este monte de seda, me deixam muito, muito excitada".

"Drake", eu disse, "tem alguma coisa errada aqui".

"Como assim", ela respondeu.

"Veja só. Nós vencemos uma batalha violenta, e não há sangue nem corpos em nenhum lugar".

"Ainda bem, não é JR, era só o que me faltava".

"E Sir Setnof? Ele nem apareceu".

"JR, você está parecendo um cagão".

"Não, presta atenção. A gente deve estar em algum happy hour da Mônica, em algum boteco por aí. E eu devo estar babando, paralisado, encarando você. Isto tudo deve ser um sonho, uma fantasia que deve estar durando apenas alguns segundos".

Imediatamente Drake se aproximou de mim, furiosa, segurou firme nos meus bagos e perguntou ameaçadoramente: "será que vou ter que te apresentar Anabela"?

Sem nem pestanejar, apliquei-lhe um "quebra-damas" (isto sempre a emocionava), olhei nos seus olhos e respondi: "minha querida Drake (ela odiava o "minha"), você sabe muito bem que, se depender de mim, sua adaga apodrecerá enferrujada e esquecida nos porões do Golden Hind".

Começamos a nos beijar e a nos abaixar vagarosamente até encontrar a seda.

Deitamos, comecei a acariciar seu corpo sobre aquele tecido suave. Então entendi tudo. Era impossível diferenciar a seda da pele de Drake pelo tato. Só o aroma distinguia uma da outra. A seda de Setnof vinha armazenada junto com especiarias e perfumes afrodisíacos. O aroma dominava todo o porão. Mas a pele de Drake possuía um perfume muito mais atraente, muito mais forte, sedutor, extasiante. Certas partes de seu corpo, em certos momentos, exalavam muito mais deste seu perfume natural.

Começamos a nos amar. A princípio de forma romântica. Mas o romantismo logo cedeu lugar a uma dança frenética, sôfrega e até ansiosa. Um beijo por vez era muito pouco. Eu queria beijá-la todos os beijos de só uma vez. Os corpos dançavam, suavam, se encontravam. O barco começou a sacolejar. Não dava para saber, lá do porão, se o mar tornara-se bravio, ou se o navio de Setnof respondia sintonicamente ao movimento rítmico daquela valsa sem fim.



Francis se mexeu. Abri meus olhos e a vi ao meu lado, linda e nua (a noite estava quente). Seu corpo semi coberto pelos lençóis de seda de uma cama que era grande, mas não chegava a ser uma king size.

Ela também abriu os olhos, fitou-me e perguntou "o que foi, JR"?

"Nada", respondi. "Estava sonhando com você novamente. Você, piratas, Alex, lutas, espadas...Pelo menos desta vez eu estava dormindo, não estava feito estátua te olhando em alguma happy hour. Você vai me deixar louco".

"JR", disse a nua e linda mulher, "eu já deixei você louco, você já me deixou louca e o que fizemos esta noite toda, foi uma enorme e deliciosa loucura... Este quarto ainda está impregnado pelo doce aroma da nossa paixão, você não está sentindo?"

"Agora volte a dormir", continuou a pirata dos meus sonhos, chegando mais perto, deitando sua cabeça sobre meu peito e subindo sobre mim uma de suas poderosas coxas, "estou exausta, preciso descansar".

Fechei meus olhos, o sono começou a voltar, estava quase adormecendo quando senti seus lábios em meu ouvido e sua voz sussurrante me dizendo: "durma, JR, volte a sonhar, porque você e aquele monte de seda, me deixam muito, muito excitada".

O corredor polonês
Navegar é preciso