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Desta vez Franka não saiu escondida do Castelo. Estava tanta baderna no local desde a noite anterior que os funcionários do Conde nem questionaram quando uma moça alta e elegante, de roupa preta de couro e mochila nas costas, pediu a chave da Range Rover automática preta do Conde. -Signora, aqui está... – disse signore Padovano, o velho e bom motorista do Conde. – Mas tome cuidado com as estradas... tem muito maluco por ai... Franka sorriu. “Gente maluca tem dentro desse castelo”, pensou a agente Franka. Respirou fundo e ligou o carro. Antes de arrancar, porém, procurou um CD no porta luvas, mas fez uma careta ao ver que o Conde Ribolla só ouvia Barry Manillow dentro do carro. Dúzias e dúzias de cds no porta luvas, e todos do Barry Manillow, mas o que era aquilo? Franka suspirou, pensando na cafonice do seu colega Conde Ribolla. Mas, como gosto é gosto, e ela não tinha nada ver com isso, abriu a sua mochila e pegou um disco dela. Sorriu ao colocar a musica no aparelho de som do carro. “Tom Jones, Sex Bomb”, pensou a moça. Franka arrancou o carro e deixou Montalcino. Só a música a levava pelas estradas tortuosas. Pensava o que faria quando chegasse a San Geminiano, na Torre Pietro Cardino, para procurar alguma pista para resolver o seqüestro de Isaura. Franka não tinha a menor idéia do que procuraria lá (fora a Condessa, mas achá-la exatamente naquela torre, sem mais nem menos, seria sorte demais, óbviamente) e o que encontraria lá. Mas, como no momento só tinha uma única pista, algo dizia que ela deveria ir até o fim. Enquanto dirigia, pensou em todos os convidados do Conde. Alguém seqüestrara a Condessa em troca de uma estranha fórmula de um vinho especial produzido pelo Conde, o “Ribolla 6996” (Franka reparou somente nesse momento que o nome do vinho era 6996, um nome ligado sexo, e recordou-se que exatamente esse vinho deixava as pessoas taradas). Era estranho. Bastante estranho. Será que essa pessoa, o seqüestrador, teria também um vinícola particular? Quem se interessaria por uma fórmula de um vinho assim? Qual dos convidados era tão próximo do Conde que sabia de tudo, inclusive da festa? O celular de Franka tocou. Viu pelo visor que era Bê que a chamava, diretamente do aparelho que a agente dera para ela. -Franka, pare já o carro que eu vou te contar uma bomba! -Nossa! – disse a agente, indo para o acostamento e parando a perua do Conde – fale, vamos! Franka saiu do carro e passou a conversar com Bê falando no celular e andando pela relva ao lado da estrada. O local era deslumbrante, Franka pensou que adoraria morar ali. -Diga, Bê. O que aconteceu? -Descobri coisas – falou a cozinheira, cochichando – coisas importantes! -O que foi? – perguntou a agente, impaciente. -Bem, minha cara... – explicou Bê – Você me pediu para conversar com MaÍna Clara. Claro que sabemos que ela tem uma vida misteriosa, já ouvimos até boatos que ela tem ligações perigosas com Paulo Maluf, que ajuda o homem a esconder dinheiro fora do pais, etc... E ela já foi vista, diversas vezes, com grandes malas (supostamente de dinheiro) perambulando pela Europa e, principalmente, pela Suíça. -Sim – falou Franka, atenta – continue. -E eu, como você me pediu, fui conversar com ela agora. – Bê parou de falar para fazer uma observação – Franka, estudamos com ela cinco anos, não foi? Cinco anos, na faculdade. -Foi, Bê... mas e daí? – respondeu Franka, confusa. -Como e daí, Franka? Escuta, minha amiga, estudamos cinco anos com Maína Clara e não sabemos nada sobre ela. Nada, sabia? – explicou a cozinheira. Franka parou e pensou, falando com a amiga de anos. -Mas... O que foi que ela disse? Eu realmente não sei de nada mesmo, Bê. Nunca... nunca nem falei com ela! -Bem, ela foi adorável. – esclareceu a moça, definitiva. -Adorável? Aquela víbora é adorável? De onde você tirou isso, sua maluca? Bê falava muito séria e decidida. -Da minha cabeça. – Fez uma pausa e continuou – Pois acho que Maína Clara é muito legal. -Bê, você pirou de novo. – Franka balançava a cabeça. -Franka, ouça. Eu descobri que ela, Maína Clara, é uma moça muito sofrida. Na verdade, a verdadeira história de Maína Clara é um pouco diferente daque nós sabemos. -Conte. Vá, vá, conte, vamos. – suspirou Franka, cansada. Bê La Bressiani respirou fundo e explicou. Maína Clara, a moça quieta e misteriosa que estudou algum tempo com elas na faculdade, era, na verdade, filha de, nada mais, nad menos, Martilyn Dora. “Acredite se quiser", falou Bê. Martilyn Dora! -Martilyn Dora, a atriz de Hollywood? Aquela que é... clone da Marilyn Monroe? -Isso! - Bê deu um pulinho de alegria - Ela mesma! -Aquela que, de tão rica e famosa, comprou o terreno do “D” da palavra Hollywood de Hollywood? E que deixou a montanha famosa o escrito “hollywoo” sem o “D”? Ela mesma? – Franka falava devagar. -Sim, sim, sim! – explicou Bê – E ela fez um DNA e provou para todos que é filha legítima de Martilyn! -Mas... – Franka estava confusa – Mas porquê ela teve que fazer DNA? Martilyn não sabia que ela era sua filha? Bê começou a história do início. -Franka, ouça... a mãe de Maína Clara, a belíssima Martilyn Dora, a renegou quando ela era um nenê. Entregou a nenê para uma senhora suíça, chamada senhora Yurgel. Durante anos mandou uma mesada para a mulher cuidar da menina por ela. Depois pagou um colégio interno para ela. Mas nunca quis ver a filha... imagine o trauma, Franka! O trauma dessa criança! – Bê explicou, inflamada. -Renegou Maína Clara? A sua própria filha? – Franka estava pasma. -Sim, Franka... Pois ela e o marido, o artista plástico Kahr Caralhosa Rulks. Ei, você conhece esse Kahr? Também é chamado de Kahslito... – perguntou Bê para a amiga. Diante da negação, continuou – Parece que eles não queriam uma filha, e sim um filho. Quando Martilyn Dora deu a luz, nasceram gêmeos, uma menina e um menino. Martilyn começou a berrar na maternidade, a chorar, desesperada, pois jurou que nunca teria uma filha mulher. Segundo ela, seria insuportável ter de cuidar de uma mulher mais linda que ela própria. Assim, quando nasceu a bebê, ela resolveu dar Maína Clara para a senhora Yurgel, que na época era uma faxineira do hospital... – Bê falou, definitiva. -Nossa... – Franka estava assustada – Que mãe horrível! -E ela ficou só com o filho. O Lucyano Rulks. -Aaa! O da TV? O apresentador, criador da tiazinha? – Franka estava boquiaberta – Ele é irmão de Maína Clara? -Ééé! Imagine! – Bê estava aflita. -Nossa, Bê... pobre Maína Clara! E veja, ela é irmã do Lucyano... Hahah! Essa é boa! - Franka divertia-se com a história. -Não ria, Franka, a moça parece que comeu o pão que o diabo amassou... – Bê explicou. -Bem, e daí? Isso por acaso é algum álibi? – perguntou agente. Bê continuou com seu relatório. Tinha investigado até onde pode a vida de Maína Clara e queria contar a agente secreta. -Franka, ela também me disse que tem um parente aqui na Itália. Pode ser... pode ser que seja lá... – falou Bê. -Pode ser o que? – perguntou Franka. -Pode ser que seja por causa disso que ela tenha ido para San Geminiano ontem... – pensou Bê. Franka concordou. Sim, poderia ser que esse fosse o motivo da visita da moça na tarde anterior à pequena cidade. Franka perguntou à Bê se ela disse quem era o parente e onde morava. -Eu perguntei, Franka, mas ela não disse. – explicou Bê La Bressiani. -Hum. Isso é estranho. Não acha, Bê? -Na verdade, Franka – Bê lembrava de cada detalhe - ela disfarçou e mudou de assunto... Acho que se arrependeu de falar demais. Mas... -Mas o que? – perguntou Franka. -Ela deu a entender que ele morava perto daqui do palácio, eu acho... o parente dela, sabe?.... ela falou “aqui”... “ele mora aqui”, ela disse, e depois corrigiu “ah, aqui não, ele mora na Itália” - explicou a cozinheira. Franka parou e falou definitivamente. -Bê. Tenho que saber quem ele é. Tenho certeza que esse homem estará em San Geminiano. Agora! -Bem... Boa sorte. Falarei com Francis agora. Depois eu te ligo e digo se descobri mais alguma coisa, está bem? – Bê falou. -Boa sorte, Bê. – despediu-se Franka. Franka voltou ao carro pensando na amiga. Nossa, como Bê a ajudava!, pensou. Pegou a bolsa no banco do carona e guardou o celular dentro dela. Calmamente, retirou o disco do Tom Jones do CD e colocou outro disco. O Caetano cantando “The man I love”. Franka relaxou. Que bonito aquilo. O CD começou a rodar quando ela ouviu um estranho barulho no banco de trás. Não era possível. Será que havia alguém ali? Ali dentro do carro? Céus! Como quem vai afivelar o cinto de segurança, Franka enfiou a mão na cintura da calça de couro e retirou lentamente a sua pequena pistola preta. Teve certeza absoluta que havia alguém dentro do carro com ela. Era possível sentir a pessoa ali. Ouvia a sua respiração. Franka não percebera antes por causa da música alta, mas agora, era impressionante. Seria um ladrão? Um seqüestrador? Um bandido? Nossa. Alguém estava ali dentro do carro com ela! Tinha que dar o bote rapidamente para que a pessoa não a atacasse antes. Quem seria?, pensou a moça, em segundos. Mas precisava manter a calma, e isso a agente sabia fazer muito bem. Os bancos do carro eram em couro preto, e seria fácil para ela dar um pulo e deslizar rapidamente até o banco traseiro. Franka virou-se abruptamente e pulou sobre o vulto, montando sobre ele, travando sua cabeça sobre o banco e apontando a arma para seu queixo. Deu um berro. -Fique calado! O homem não se mexeu, em pânico. Franka olhou para ele. -Hã? Alex? – Franka demorou a entender que era o cineasta – Alex, é você? -Oi Franka... – o homem estava amedrontado e envergonhado. Franka saiu de cima de homem, furiosa. Berrou feito louca com ele. -Seu cretino! Mas que tipo de brincadeira idiota é essa, Alex? -Franka, eu... -Eu podia ter matado você, seu estúpido! Não percebe a idiotice que você fez? Nunca mais faça isso, seu maluco! – A moça estava em pânico. -Franka, mas... mas eu ia adivinhar que você andava... armada e que ia me atacar assim? E eu ia adivinhar que você lutava tão bem? E que... – o homem gaguejava sem parar, assustadíssimo – Franka, desculpa! Franka berrava cada vez mais com ele, de puro nervoso. -Eu quase matei você, Alex! Pode me explicar porque diabos você está ai, escondido atrás do meu banco, feito um tarado psicopata, seu maluco? -Eu... bem, Franka – o homem estava pra lá de envergonhado – Eu... eu... segui você e entrei aqui enquanto você falava com o motorista do Conde. O Padovano. -Mas porquê? – a agente não entendia mais nada. -Eu não sei! Não sei! Juro, não sei mesmo! Eu queria apenas falar com você, conversar... ! Estou confuso, queria falar com você, pois você é minha amiga! Só isso, juro! Ontem você foi tão carinhosa comigo, que eu hoje queria agradecer e conversar... -Mas nunca mais faça isso! É perigoso! – Ela gritava – muito perigoso! -Franka, calma. Escuta. Você é maravilhosa e eu sou um idiota, okei? – ele olhou para ela calmamente – Mas... dá para você tirar essa pistola da minha cabeça? Franka olhou a arma engatilhada nas suas mãos, apontada para o pobre homem. -Ai... Perdão. Os dois ficaram calados dentro do carro, sentados no banco traseiro. Ninguém falava palavra nenhuma. Franka ficou assustada e brava, e respirava fundo devagar. Atacou um amigo, quase o machucou, pensava. “E logo Alex, um cineasta tão talentoso, sensível e inteligente”. Enquanto tentava relaxar, lembrou-se do primeiro filme dele que assistiu: “A última mulher de Arlindo Barabai”, direção de Alex Fontes e roteiro da grande Luc Von F. Sky, uma grande escritora. Um filme deslumbrante, que mudou sua vida. Que sensibilidade que tinha aquele homem que ela quase estourou os miolos! O filme mudou sua vida, e ali ela viu em Alex um homem que compreendia as mulheres como ninguém. Nunca fora íntima dele (aliás, pensou Franka, ela nunca seria amiga de nenhum daqueles escrotos coleguinhas do Conde, ela apenas os tolerava, como colegas), mas sempre viu que Alex era diferente dos outros. Já o segundo filme de Alex Fontes, e seu maior sucesso, “a pedra”, não tocou a alma da agente secreta como o primeiro filme, apesar de ser também deslumbrante. Há... Um dia contarei ele tudo iss”o”, pensou a agente, distraída. Nesse momento, Alex disse alguma coisa para ela. -Oi, desculpa, Alex. Fale - olhou para ele – Eu estava distraída. -Que estúpido que eu sou, Franka... – o moço estava calmo novamente. -Tudo bem, deixa para lá – ela completou. -Você sempre anda armada nas obras da Vergalhão? – perguntou o cineasta, naturalmente curioso. O homem parecia honesto na sua ingenuidade. Franka sorriu. Ela jamais contaria nada para ele, mas era incapaz de mentir. -Sim, Alex. Sempre - ela respondeu, ainda sorrindo – E o que acha disso? -Excitante, ora - concluiu Alex. -Hahaha! Excitante? Filho da mãe! – falou Franka, rindo da tentativa inútil do moço ser cafajeste como os colegas da Confraria. -Não vai me contar porquê usa a arma, Franka? -Não. – Franka foi conclusiva. Alex mudou de assunto. -E... onde vamos? – ele indagou a ela. -Para San Geminiano. Tenho negócios a tratar lá. Você vai comigo agora, correto? Que remédio... – respondeu Franka. -Está bem - disse o cineasta, conformado – Afinal, com você armada ao meu lado... digamos que isso é um outro seqüestro. O carro continuou andando pela estrada. Franka, embora tivesse aceitado a desculpa de Alex, estava desconfiada. O homem a seguira, entrara no seu carro e ia junto com ela para San Geminiano. Será que tencionava investigá-la a mando do Conde? Ou será que se apaixonara por ela? Ou apenas queria falar com ela como uma amiga, como disse? Era estranho, mas Franka percebeu, quando montou nele para mata-lo, que ele estava desarmado. A moça fizera uma grande quantidade de treinos de defesa pessoal e sabia disso. E também percebeu que Alex não sabia lutar, pois pegara e aprisionara o homem com a maior facilidade. Travaram uma conversa apropriada e convencional até os arredores da cidade, onde o homem passou a reclamar do Conde, falar mal de JR e de Moreirão. Era estranho: procurara Franka para falar mal dos amigos? Franka deveria acreditar nele ou não? Quando entraram dentro da cidade, com suas ruas tortuosas e antigas, Franka estacionou o carro e olhou para ele. -Alex. Eu vou e você fica. Aqui. -Não senhora. Eu vou com você. – E ele olhou para ela, sem maiores explicações. -Não enche! – Franka falava com ele como se brincasse. -Eu vou! Não interessa o que você vai fazer, Franka! Quero ficar com você! – disse Alex Fontes. Franka não sabe porque concordou, mas teve a impressão que o homem poderia até ser um álibi para ela, caso fosse descoberta. Foi com ele até o endereço da torre. Parou e olhou para ele, suspirando. Como se arriscava, mas a vida tinha graça se não fosse assim? Tinha? O homem não esboçou nenhum gesto ou expressão que mostrasse que ele conhecia o local ou que estivesse comprometido ali. Franka entrou na torre e bateu na porta. Depois de um certo tempo, os dois ouviram passos. A porta se abriu, e logo surgiu apareceu uma freira. Uma moça jovem, da idade de Franka, cabelos curtos, que vestia uma longa túnica. -Pois não? – disse a mulher. Franka olhou para Alex. “Vamos ver do que ele é capaz”. Adiantou-se. -Signora, precisamos de um favor seu. -Sim? - a freira parecia uma boa mulher. A agente começou a mentir. -Meu amigo e eu somos cineastas, e estamos fazendo um documentário sobre a cidade. Queríamos filmar uma cena do alto dessa torre. Nos permite? Franka olhou para Alex. O homem estava branco. Via-se que não sabia inventar histórias. -Não é, meu querido? - E Franka deu um apertão na mão dele. -Sim, sim! Ui! – Alex gritou. A freira desconversou. Não, não, não podia ajudar. A torre não era dela, e o dono era um homem muito bravo, que morava lá em cima há anos. Segundo a santa moça, ele nunca saia de lá. -Mas... Quem é ele? – perguntou Franka. A mulher abaixou a cabeça e não falou nada. Começou a ficar brava com as tantas perguntas daquela estrangeira, quando Alex prostrou-se na frente dela passou a conversar com ela em italiano. Um belíssimo italiano falava o homem, notou Franka. Ele sorriu para a freira, a freira sorriu para Alex, Franka percebeu que os dois se entendiam melhor sem ela. O homem começou falar, a contar sobre seus filmes e a freira se interessava cada vez mais. Esqueceu-se de Franka. O cineasta olhou fundo nos olhos dela. -Mas como é seu nome, signora? - ele perguntou, sorrindo. A freira deu uma risadinha tímida. Parecia que se derretia toda por causa do cineasta. Franka estava pasma. -Irmã Claudina... – disse a religiosa – Mas meu nome de batismo é Kroh Neimbier. Sou natural da Alemanha.... -Encantado – disse o cineasta, beijando a mão da irmã Claudina e fazendo uma mesura e um sinal da cruz – Encantado mês-mo. A Alemanha é linda – o homem fez uma pausa, hesitou e arriscou – e você mais ainda, signora. Assim porta se abriu e eles entraram na torre. Franka estava chocada. Entendera bem o que houve? Alex estava cantando a freirinha alemã? Era isso mesmo? Gente do céu! Uma freira! Deu de ombros, rindo. Afinal, eles tinham entrado lá, não? Porém Kroh foi categórica. Ela os convidava para um café no térreo. Na torre era impossível subir, pois o dono não saia de lá. Era proibido, ela explicou. Franka e Alex entraram na cozinha e se sentaram numa mesa de madeira enquanto a moça andava de cá para lá. Frankamente, pensou Franka, vamos ver onde tudo isso vai dar... Um vulcão ameaça San Geminiano Onde está Isaura? |
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